Apendi tudo com meu pai
Banho…como uma palavra pequena nos dá uma sensação tão grande de prazer e satisfação…
Pra mim esta palavra é o inicio de tudo em minha vida, me lembro
quando tinha 15 anos adorava tomar banho era meu momento de privacidade e
descobertas adorava ficar me ensaboando não apenas pela espuma mas por
poder ter um pretesto para me tocar.
Em um desses banhos que descobri que quando massageava minha
bucetinha dava vontade de algo mais que não sabia o que era mas tentava
assiduamente descobrir.
E foi em uma dessas vezes que mamãe entrou no banheiro de surpresa
pois a porta estava destrancada e me viu brincando, gritou e brigou
comigo disse que uma mocinha não podia se comportar daquela maneira.
Chorei sentida afinal como uma coisa tão gostosa poderia ser errada?
Ouvi mamãe contando para papai o episódio do banheiro e ai sim fiquei
com mais vergonha, ele sempre foi meu heroi e naquele momento eu o
decepcionava.
Chorei a noite toda com medo e romorso do que eu tinha feito e prometi a mim mesma não mais decepcioná-los.
No dia seguinte quando mamãe foi trabalhar (ela era médica) e fiquei
em casa como sempre com papai, (ele era instrutor de academia por isso
tinha horarios mais maleaveis e ficava comigo quando eu saia da escola)
quando o vi logo abaixei a cabeça, mas ele mexeu no meu cabelo e disse:
_ Filha, sei que sua mãe é muito rigorosa em alguns assuntos não tenha vergonha do seu corpo ou o que ele faz você sentir.
Aquelas pavavras ficaram gravadas na minha mente e definitivamente amei mais meu pai como se isso fosse possivel.
Naquele dia mamãe dava outro plantão e eu me sentindo mais livre fui
tomar meu banho aproveitando a ausencia e o medo das repreenções dela.
Estava me ensaboando de olhos fechados me tocando quando sentindo
algo estranho os abro e vejo meu pai me olhando fixamente como se
paralizado…
Mais uma vez fiquei com medo do que iria acontecer, e o que aconteceu foi bem diferente do que eu esperava.
Ele chegou perto de mim e disse:
_ É gostoso né filhinha? Vou te ensinar como fazer direitinho.
Ele sentou no chão mesmo se molhando me colocou em seu colo abriu
minhas perninhas e começou a mexer na minha bucetinha, sentia mais
gostoso do que quando eu mexia, ele fazia diferente e melhor, soltei um
gemidinho e ele deu um sorriso e brincou:
_ Quer mais?
_ Sim papai, por favor!
Nisso ele me enxugou com a toalha e indo para meu quarto deitou-me
na cama, abriu minhas perninhas e começou a dar beijinhos onde antes
mexia e logo depois começou a passar a lingua e chupar minha fonte de
prazer.
Eu gemia pedia mais e mais não queria que ele parasse quando de reprente senti um gozo forte.
Senti que ele lambeu o caldinho que escorria agora e perguntei:
_ Pode fazer mais papai?
Ele olhou pra mim sério e disse:
Sim mas é o nosso segredinho certo filhinha?
Nisso reparei que havia um volume enorme no short dele e perguntei?
_ Posso tocar?
_ Claro filhinha é que o papai também esta com vontade, quer aprender fazer igual fiz pra você?
_ Posso?
Mal acabei de dizer ele abaixou o short e a cueca, pela primeira vez
vi um cacete e aquilo me fascinou!!! Vendo meu fascinio ele pediu que eu
o beijasse lá e lambesse como um sorvete fiz direitinho conforme ele ia
me instruindo quando de repente ele dá um urro e uma gosma branca sai
do cacete dele lambusando meu rosto…
Como ele tinha lambido meu caldinho resolvi provar o seu e adorei o
gosto, sabia que eu tinha o feito fazer aquilo e isso me dava um elo a
mais com papai.
Depois deste dia sempre que estavamos em casa sozinhos nós chupavamos
um ao outro e gozavamos em total cumplicidade, sempre arranjava um
jeito de sentar no seu colo e sentir seu cacete duro roçando minha
bundinha, às vezes sentava até de pernas abertas para esfregar minha
bucetinha nele ficavamos nessa esfregação até vendo TV houve até vezes
que ele melou a minha bucetinha só nessa brincadeira…
Mamãe tão centrada no mundo dela não percebia nada nosso modo carinhoso e nossos olhares cobiçosos.
Nós gozavamos sempre e parecia que agora já não era o suficiente já
estava com 9 anos e era grande pra minha idade queria mais e naquele dia
resolvi ter uma conversa com papai.
Ele me ouviu atentamente e disse:
_ Agora esta na hora de começar aprender…
Foi até uma o guarda roupa dele pegou um DVD e colocou no aparelho e chamou:
_ Senta aqui filhota!
Assinti meu primeiro firme Pornô e aquilo me deu muito tesão fui
observada o tempo todo e indagada se estava gostando, sem perceber
comecei a me tocar então papai disse:
_ Senta no colo do papai pra assistir.
Ele me sentou no colo de pernas abertas e de costas pra ele, senti
minha calcinha sendo afastada e ele brincando com minha bucetinha bem na
hora que no filme um cacete enorme penetrava a buceta da atriz então
cochicou no meu ouvido:
_ Olha que delicia filha, quer um aqui dentro?
_ Sim muito!
Então nossas seções de TV ficaram mais quentes ficavamos nus nos
tocando e vendo filmes pornos estes que começaram também a mudar: varios
temas dupla peletração, lesbicas, gang bang e zoofilia.
A cada filme eu ficava mais curiosa de como seria fazer igual, me imaginava e sentia mais prazer em cada toque que recebia.
Papai sempre perguntava qual parte eu gostava mais…
Chegou uma hora que só me esfregar e ser chupada não me satisfazia
mais, vendo tudo aquilo que eu podia fazer e não fazer nada parecia um
castigo!
Pedi a papai pra “me foder” como nos filmes, ele pareceu aliviado no momento que eu disse isso e respondeu:
_ Filhota não sabe quanto tempo eu espero você dizer isso!
Ele prometeu que nossa foda seria naquela semana e seria muito
especial com comemoração e tudo e guardei ansiosamente o proximo plantão
de mamãe.
Quando cheguei da escola, vi que papai não tinha brincado quanto a comemoração tinha: bolo, sorvete e até champagne!
Mandou-me ir tomar banho, foi minha surpresa quando no banheiro vejo pequena banheira de hidromassagem preparada para o banho.
Entro toda feliz afinal aquela banheira que sempre me havia sido
restrita e agora tinha sido preparada especialmente pra mim! Logo após
papai entra nú sentando-se abaixo de mim me arreganhando inteira sobre
ele.
_ Gostou?
_ Sim
_ Só esta começando…vai aprender a beijar o papai gostoso agora.
Ele abriu minha boca e enfiou sua lingua dentro dela, me sugava
lambia como havia feito muitas e muitas vezes na minha bucetinha e
aquilo me deixava com mais e mais vontade.
Comecei a mexer no seu cacete e ele segurou minha mão para que eu
parasse, nisso sinto um dedo forçando o lacre do meu cabaço e solto um
gemido.
Aquilo fez com que ele me carregasse até sua cama e me soltasse toda
aberta sobre ela, vi seu cacete muito duro e aquilo me excitou muito ele
começou a me chupar e lamber e gozei quase que imediatamente. Não
acabando de gozar ele furiosamente enfia o cacete na minha bucetinha
toda meladinha e solto um pequeno grito de dor. Ele me cala com um beijo
e garante:
_ Agora vai melhorar filhota!
Senti toda a extensão do seu cacete dentro de mim e o pulsar dele me
acendia, comecei a me mover e ele imediatamente começou a dar estocadas o
que eu sentia quando ele me tocava por fora era nada comparado com o
que estava sentindo agora, me puxando mais como se assim pudesse enfiar
mais algo dentro de mim deu um grande urro de gozou pela primeira vez
numa bucetinha virgem. Quando ele levanta e pergunta:
_ Doeu muito?
_ Não é muito gostoso foder papai agora quero que goze atraz também.
Como se meu pedido tivesse um que de mágica seu cacete endureceu
novamente e ele me virou de bruços sobre um travesseiro e pediu que eu
aguardasse um pouco.
Fiquei imaginando o que iria acontecer quando papai chega com uma taça de champagne e uma bola de sorvete.
Deu me um pouco de champagne pra beber e brindamos a minha
inauguração, logo me colocou de bruços novamente e com os dedos começou a
massagear meu cuzinho dando beijos e lambidinhas quando senti algo
gelado (o sorvete) nele ele colocou sobre ele e começou e enfiar com o
dedo massageando e eu sentindo um geladinho gostoso e deslizante, logo
senti mais um dedo me alargando para a grande inauguração quando ouço:
_ Vamos ver se seu cú é tão gostoso quanto à buceta!
Comecei a sentir a cabeça de o seu cacete entrar e como ele não
estava conseguindo de tão apertado que estava ele tirou enfiou várias
vezes na bucetinha que com o nosso gozo anterior ainda dentro dela
acabou facilitanto a invasão. Suspirei alto e disse:
_ Goza no cuzinho papai….
Isso foi a ultima gota pra ele, enfiando aquele cacete grosso e
grande me preencheu toda me segurando pelo quadril e me estocando
gostoso.
_ Vai putinha do papai rebola no cacete que é todo seu!
Comecei a rebolar e a cada estocada ficava mais entusiasmada, vendo
minha vontade papai enfiou seus dedos na minha bucetinha enquanto me
fodia no cúzinho. Entramos numa sincronia tão trande que gozamos ao
mesmo tempo e eu mais uma vez fui batizada e ouvi a coisa mais linda que
poderia ouvir.
_ Que filhinha deliciosa de foder!!!!
E esta foi apenas minha primeira foda com papai….
Meia noite no escritório do Bem e do Mal
Verão, 33ºC, meia-noite, periferia de Lisboa, e ainda no trabalho... Uma
noite como tantas outras, a tentar resolver as muitas coisas que não
consegui durante o expediente. O ar quente e pesado, o cansaço, já me
haviam feito desabotoar a camisa e alargar o nó da gravata. Os últimos
"resistentes" foram saindo a conta-gotas, despedindo-se de mim. Como era
normal, eu e a Maria, acabámos por ficar sozinhos, éramos geralmente os
últimos a sair... A Maria, conheço-a desde os tempos académicos, há
cerca de 15 anos... estudámos juntos e quando fui admitido para liderar a
equipa de projectos especiais onde trabalho, recrutei-a para a minha
equipa atendendo à sua enorme competência... e os anos passaram sem que
pela nossa relação passasse o que quer que fosse de pessoal, para além
de uma profunda amizade. Rimos, chorámos, almoçámos, jantámos,
viajámos... mas nunca, e só hoje percebo isso, nunca parei a olhar a
mulher, não a amiga nem colega... Faço uma pausa, reclino a cadeira para
me reconfortar, e assim fico uns minutos... recomponho-me, e reparo que
a Maria está à minha frente, pronta para sair. "Vais embora?",
pergunto. "Vou. É tarde. E tu?", responde. Digo-lhe que vou ficar mais
um pouco, o tempo necessário para testar o modelo mecânico que estava a
finalizar... Ela olhou-me fixa e demoradamente, e disse "Queres pedir-me
para ficar?". "Não.", respondi, "Estás no teu limite, nunca te poderia
pedir mais do que o que tens feito...". Inconformada com a minha
resposta, devolveu "Hoje, só hoje, pede-me para ficar. Sou uma mulher
David!". Esta frase perturbou-me os sentidos, de tal forma que me
levantei institivamente, enquanto a olhava profundamente. "Maria, o que
queres dizer?", "Quero que pares, que me olhes, que me toques, que me
beijes, que me dispas, que me explores, que me possuas. Quero isto
David! Uma noite! Hoje...".. Permanece a olhar-me esperando a minha
reacção... Movido pelo instinto, colei a minha boca na dela, num
profundo e demorado linguado... Não era amor, não era paixão. Foi um
desejo súbito e recíproco que nos levou aquele momento, de onde já não
havia retorno. Deitei-a sobre a mesa, nunca abrindo mão daqueles cabelos
negros, sedosos, cheirosos... Ela, e eu, ofegávamos com a excitação que
nos assaltava... As minhas mãos, descontroladas, desceram para voltar a
subir pelo seu corpo, já arrastando a ponta do vestido curto que se
desprendeu do seu corpo... ao mesmo tempo, dei por mim já sem o que
restava da gravata, e com a camisa aberta, rasgada. Freneticamente,
apertei aquelas mamas contra a minha boca. Senti as mãos dela abrirem
caminho e agarrarem o meu pau. Parei! Lembro-me de pensar para mim
"Controla-te!". Antes que eu pudesse dizer o que quer que fosse,
empurrou-me, sentando-me novamente na cadeira. Sentada na mesa, abriu as
pernas mesmo em minha frente. Linguei aquela coninha doce, molhada e
quente durante vários minutos. Sentia os espasmos da Maria na minha
boca. Virou-se de quatro em cima da mesa, para que eu prolongasse o meu
trabalho de lingua até aquele cuzinho. Eu próprio já tirara as calças, a
custo, e já sentia os pés da Maria a tocarem o meu pau. Recolocámo-nos,
e a Maria desceu, começando uma mamada profunda e demorada como até aí
eu nem sonhava ser possível... Parou, olhou-me, subiu, e sentou-se no
meu pau, apertando a minha boca contra as mamas. Senti-me a invadir
aquela cona apertada e quente, enquanto ela montava com um ritmo
compassado. Com uma mão mexia nas minhas bolas, com a outra tocava o
clito, enquanto eu abocanhava aquelas mamas com sofreguidão. Trocámos. A
Maria pôs-se de quatro na cadeira, com uma perna empinada para cima da
secretária. Enterrei o meu pau por trás e comecei a bombar e a dar umas
estocadas fortes que faziam a Maria gemer de prazer. Sentia a mão dela
brincar com os meus colhões que iam socando aquela rata ritmadamente...
Senti que me vinha, e parei abruptamente. A tesão era muita, tinha de me
acalmar... A Maria percebeu instantaneamente, e enquanto eu me
recompunha um pouco, masturbava-se deitada em cima da mesa, mesmo à
minha frente, mostrando-se... Um par de minutos foram suficientes para
recuperar a estamina, e aproveitando-a deitada, segurei cada uma das
suas pernas com uma só mão, com a outra mão ajeitei aquele cuzinho para o
meu pau, e olhei-a. Ela afirmou com o olhar, e sem receios, peguei
alguma saliva directamente da sua boca com os dedos, molhei o meu pau, e
fodi aquele cu. Abri-lhe as pernas para poder tocar-lhe a cona enquanto
a enrabava, e veio-se instantaneamente numa explosão de gemidos e de
gozo que eu senti escorrer pela minha verga e pelas minhas bolas...
Quase de seguida, com o impulso dado pelo orgasmo da Maria, tirei o meu
caralho daquele cu delicioso, encostei a cabecinha naquela cona
abrindo-lhe os lábios com os dedos, toquei-me, e vim-me com uma vontade
tremenda, vazei a minha esporra. A Maria apressou-se a espalhar o meu
leite pelos pelinhos curtos e pelo meu caralho, que continuava junto à
sua ratinha quente... Por fim, levantámos, vestimos, e por fim falou-me
"David... Tudo como dantes? Ou nada como dantes?" - "Maria... Nada
poderá ser como antes, porque estupidamente ignorei durante anos a
mulher que tu és..."
Eu, minha patroa e amiga dela!
Maria Salete, minha eterna patroa, fazia questão de deixar aberta a porta de seu quarto enquanto fazia amor com Judite (sua amiga). Ficavam num love tão gostoso que eu não tinha como não me sintonizar na energia delas. Lindas... Masturbava-me observando-as! Percebendo meu encantamento, Maria Salete determinou condições para eu poder assisti-las. Eu deveria permanecer calada e contar a ninguém o que presenciava. Elas ameaçavam-me... Diziam que, se eu contasse a alguém, cortariam minha língua! Eu tinha medo delas. (risos) O momento certo, para eu adentrar ao quarto, era quando a porta estivesse aberta. O momento certo, para eu sair do quarto, era quando elas fossem para o banho. Apesar das regras, Maria Salete era uma mulher generosa e discreta.
Elas são as primeiras pessoas que eu vi, ao vivo, fazendo amor.
A primeira vez que as vi, nuas e juntas sobre a cama, levei um choque! Eu dobrava roupas, num dos quartos da casa, quando escutei gemidos. Estranhei! Imediatamente, fui ver o que estava acontecendo. (poderia ser alguma delas passando mal) Chegando ao quarto, fiquei embasbacada! Estática. Os meus pensamentos (cabeça) eram para que eu saísse correndo. Os meus sentimentos (coração) eram para que eu continuasse a observá-las e curtisse aquela energia maravilhosa. Elas olharam-me e excitaram-se, ainda mais, pela minha presença.
A minha cabeça falou mais alto! Fui para a cozinha. Eu me tremia toda. Minha boca estava seca. Meu coração estava quase saindo pela boca. Peguei um copo com água, tomei um gole e sentei-me na cadeira. Apoiei meus cotovelos sobre a mesa e minhas mãos sobre o rosto, fechando meus olhos. Eu suava frio. (excitada)
Os gemidos eram constantes. Uma hora depois, cessaram. Minutos depois, Maria Salete entrou nua na cozinha. Gelei novamente! Estava suada e descabelada. Ela percebeu que eu não estava bem. Agachou-se na minha frente. (eu pude sentir o cheiro embriagante de seu sexo) Acarinhou-me os cabelos e disse-me: (eu admirava-lhe os seios)
- Menina... Está mais calma?
Eu balancei minha cabeça dizendo que sim. Ela continuou:
- Docinho... Amanhã nos falamos e te explico algumas coisas. Não se assuste! Fique sentadinha aí e relaxe. Logo, meus filhos chegarão da escola. Irei tomar um banho.
Elas são as primeiras pessoas que eu vi, ao vivo, fazendo amor.
A primeira vez que as vi, nuas e juntas sobre a cama, levei um choque! Eu dobrava roupas, num dos quartos da casa, quando escutei gemidos. Estranhei! Imediatamente, fui ver o que estava acontecendo. (poderia ser alguma delas passando mal) Chegando ao quarto, fiquei embasbacada! Estática. Os meus pensamentos (cabeça) eram para que eu saísse correndo. Os meus sentimentos (coração) eram para que eu continuasse a observá-las e curtisse aquela energia maravilhosa. Elas olharam-me e excitaram-se, ainda mais, pela minha presença.
A minha cabeça falou mais alto! Fui para a cozinha. Eu me tremia toda. Minha boca estava seca. Meu coração estava quase saindo pela boca. Peguei um copo com água, tomei um gole e sentei-me na cadeira. Apoiei meus cotovelos sobre a mesa e minhas mãos sobre o rosto, fechando meus olhos. Eu suava frio. (excitada)
Os gemidos eram constantes. Uma hora depois, cessaram. Minutos depois, Maria Salete entrou nua na cozinha. Gelei novamente! Estava suada e descabelada. Ela percebeu que eu não estava bem. Agachou-se na minha frente. (eu pude sentir o cheiro embriagante de seu sexo) Acarinhou-me os cabelos e disse-me: (eu admirava-lhe os seios)
- Menina... Está mais calma?
Eu balancei minha cabeça dizendo que sim. Ela continuou:
- Docinho... Amanhã nos falamos e te explico algumas coisas. Não se assuste! Fique sentadinha aí e relaxe. Logo, meus filhos chegarão da escola. Irei tomar um banho.
Eu murmurei:
- Está bem... Obrigada! (meu coração batia forte)
Os gemidos voltaram a acontecer durante o banho delas.
Maria Salete era casada com Cláudio, vinte anos mais velho do que ela. Ele era médico cardiologista e muito conhecido na cidade pela sua vida boêmia. No dia seguinte, após ele sair para trabalhar e levar as crianças para a escola (em período integral), eu e Maria Salete conversamos. Durante o café da manhã, explicou-me que ela tem um romance, de longa data, com a amiga Judite. Confidenciou-me ser lésbica e que seu marido sabe de tudo. Casaram-se para ter um lar e filhos. São amigos e confidentes. Com relação ao que eu havia presenciado na tarde anterior, confessou-me que elas amam serem desejadas enquanto fazem amor. (exibicionistas) Pediu-me, encarecidamente, que não deixasse de trabalhar para ela, pois seus filhos e todos me adoravam muito. Disse-me, ainda, que outras meninas desistiram de trabalhar assim que a viram com sua amiga na cama.
Eu expliquei que precisava de um tempo para pensar. Estava impressionada com o que tinha visto. Deixei claro que precisava do emprego e que continuaria trabalhando normalmente enquanto analisava a situação.
Meu nome é Fátima, pele branca, 25 anos, 1,60m, 63,0Kg, olhos e cabelos castanhos claros, lisos e abaixo dos ombros. Seios médios, quadril largo e pernas grossas. Nesta época, em 2007, eu estava morando na casa de Maria Salete, região de Ribeirão Preto, oeste do estado de São Paulo.
Durante a semana seguinte, fiz exame de consciência. Estava mais calma e analisava melhor as coisas. Eu não podia negar que havia sentido prazer em tê-las visto juntas. Sensações diferentes tomaram conta de mim. Fiquei excitada! Ao mesmo tempo, questionei minha sexualidade. Conflitos! Nunca tinha me imaginado com mulheres.
Eu ganhava bem trabalhando, há um ano, como doméstica para Maria Salete. Não tinha gastos. Adorava seus filhos e família. Não quis desistir do emprego. Uma semana depois, dei minha resposta. Eu disse sim!
Judite é casada e tem duas filhas. Visitava minha patroa toda semana. Arrumada, cheirosa, sorridente, simpática e feminina! Cabelos loiros e compridos. Unhas curtas, bem feitas e em cores vibrantes. Minha patroa não ficava atrás. Elegantíssima! Cheirosa, carinhosa, simpática e feminina. Cabelos loiros, lisos e abaixo dos ombros. Pele macia e rostinho angelical. (elas flertavam comigo) Eu ficava fascinada pela sensualidade delas. Não era apenas sexo... Era nítida a sintonia entre elas!
Nos dias quentes, Judite chegava pela manhã e ficava até o final da tarde. Se não houvesse ninguém na casa além de nós, elas ficavam de calcinha e blusinha. (sem sutiã) Lembro-me dos banhos de mangueira na beira da piscina que elas tomavam juntas. Até eu entrava na farra! (risos) Os inúmeros bolos e doces que elas faziam e se lambuzam inteira. A cozinha parecia passar por uma revolução! Arrancavam minha roupa se eu reclamasse da bagunça! (risos) Passavam as mãos em mim e me deixavam molhadinha. Momentos íntimos e felizes que jamais o tempo irá apagar de nossas lembranças... Parecíamos três crianças peraltas! Saudades de ti, Maria Salete!
Por dois anos eu saboreei este lado ?devasso? de minha eterna patroa. (risos) Sentada numa poltrona, em seu quarto, eu tinha uma visão privilegiada! Cama Box enorme, cabeceira, colchão de molas, lençóis macios, colcha de renda e travesseiros de plumas de ganso. Decoração em branco e rosa claro. Cheiroso... Parecia um quarto de bonecas!
Na primeira vez que tomei coragem e as assisti, fiquei muito tensa. Eu tremia e não conseguia me relaxar. Sentia vergonha! (só temos vergonha do que temos vontade - risos) Eu virava meu rosto para o lado ou para a TV quando uma delas me olhava. Ao longo do tempo, fui me soltando e curtindo cada vez mais. Na quarta ou quinta vez, eu já me masturbava sobre a roupa. Gemia entrando na energia delas! Vinte dias depois, eu não resisti. Abaixei minha bermuda e tirei minha blusa. Puxei minha calcinha para o lado e toquei-me. Tornou-se comum eu adentrar ao quarto, apenas de calcinha, e me masturbar sentada na poltrona. Elas excitavam-se, ainda mais, ao me verem!
Elas se beijavam na boca. Lambiam-se o pescoço, orelhas, costas, seios, pernas, bumbum e vagina. Esfregavam-se o tempo todo! Sorriam e demonstravam sensualidade. Movimentos carinhosos de uma na outra. Apalpavam os belos seios enquanto suas línguas se encontravam.
Maria Salete tinha 34 e Judite 32 anos. Cresceram juntas. Sempre foram apaixonadas! Minha patroa tinha 1,66m, 61,0Kg, seios e bumbum grandes. Belas coxas! Judite tem 1,61m, 63,0Kg, seios pequenos, bumbum grande e coxas grossas. Graciosa... Uma delícia de menina!
Eu ficava doida quando Maria Salete abocanhava os seios de Judite. (olhavam para mim enquanto trocavam carícias) Ela sugava os bicos como um bebê faminto. Descia pelo corpo de sua amiga e aconchegava-se entre as pernas. Abria, carinhosamente, a vagina de Judite e afundava seus lábios macios da boca. Judite gemia... Tentando fechar as pernas! Maria Salete não deixava. (fazia questão de me deixar olhar tudo!) Sua língua entrava e saía da vagina. Balançava o clitóris até sua amada vibrar gozando. (minha patroa nua, com os seios balançando e o bumbum empinado na minha frente) Eu esfregava meu clitóris e me enfiava o dedo médio. Com a boca toda lambuzada, Maria Salete subia lambendo o corpo de Judite. Beijava-a ardentemente. Amassavam-se! Rolavam na cama. (eu estava cada vez mais excitada e com uma das pernas apoiada sobre o braço da poltrona) Eu me masturbava.
Judite esfregava sua vagina nas coxas de minha patroa, lambuzando-as! Passava suas unhas sobre a pele dela. Chupava os seios... A pele macia e arrepiada! (marcas de batons e rastros de salivas eram vistos no corpo delas) Encaixava sua boca na vagina de Maria Salete. Apertava a pele que recobre o clitóris com seus belos e pontiagudos dedos indicadores. Sugava-lhe o grelo! (minha patroa via estrelas, pois gemia como uma cadela) Os dedos de sua amiga e o lençol da cama ficavam molhados. Judite arreganhava suas pernas enquanto lambia a amiga. (eu via lábios grandes da vagina pendurados no meio de suas pernas) Os bicos dos seios. Eu gozava olhando-as e me imaginando entre elas. Eram deliciosos momentos!
Elas faziam meia-nove. Revezavam-se. Ora eu via o bumbum empinado de minha patroa... Ora o traseiro avantajado de sua amiga! Maravilhosas na arte de seduzir! Conseguia ver o ânus das duas sendo acarinhado e penetrado por dedos e pênis de silicone. Eram vários brinquedinhos sobre a cama. Diferentes modelos, cores e tamanhos. Lubrificante sempre presente. Acho que elas leram meus pensamentos... Um dia, após retirar um brinquedinho da vagina de Judite, minha patroa olhou para mim e ofereceu-me aquele negócio lambuzado. Eu fiquei sem jeito, mas aceitei. Brinquedinho na cor azul celeste, sem formato de pênis e ondulações ao longo do comprimento. (senti o cheiro e o sabor da vagina de Judite impresso naquele negócio) Sabor picante e salgadinho! Gozei. Percebendo meus gemidos e taras, elas passaram a me oferecer brinquedinhos assim que saíssem dos fornos... Lambia-os ainda quentinhos! (risos) Depois, enfiava-os na minha boceta até me desmanchar.
Quando elas vestiam a cinta com pênis para penetrar a outra, eu ficava ainda mais excitada. Ora Maria Salete ficava de quatro e Judite por trás estocando-a e ora era a vez de minha patroa a estocar. Eu ficava até sem jeito pela maneira como elas gemiam e seus seios balançavam. Olhares de desejos. Eu correspondia-as!
Eles faziam xana com xana maravilhosamente. Ficavam lindas abraçadas e se esfregando. Belos cabelos loiros. Rostos colados e línguas se roçando. Lábios macios e carnudos se enfrentando. Seios se amassando sem parar. Mamilos excitados! Mãos que acarinhavam a face e enxugavam o suor alheio, em meio a juras de amor eterno. Gozavam na boceta da outra! (muitas contrações dentro de suas entranhas, pois os quadris não paravam de tremer) Fantásticas! Eu gozava sentindo cheiro de vagina invadir-me as narinas. Elas se deitavam saciadas. Suspiravam! Olhavam-me. Beijavam-se. Descansavam abraçadas. Um silêncio tomava conta do ambiente... Apenas o som da TV. Instantes depois, se levantavam. Suadas e descabeladas. Bumbuns deliciosos rebolando na minha frente... Indo em direção ao banho. Loucura!
Antes de sair do quarto, eu aproveitava e me deitava na cama. (estava quentinha) Cheirava o lençol úmido e amassado. Os travesseiros! Esfregava meu rosto... Era delicioso! (eu continuava excitada!) Cabelos caídos por toda parte. Ficava curtindo aquele ninho de amor enquanto escutava-as no banho. Saciada, eu ia para o meu quarto.
O tempo foi passando. Eu quase sempre estava presente nos momentos íntimos de minha patroa. (tinham dias que eu não estava afim) Maria Salete deixava-me livre para querer ou não observá-las. No dia a dia, minha patroa me tratava com educação e respeito. Eu não estava namorando. Não sentia vontade de estar com alguém além delas. As masturbações saciavam-me. Por muitas vezes, eu me via apaixonada pela minha patroa. Ás vezes, pela sua amiga. Sei lá!
Em setembro de 2009, quando fez três anos que eu trabalhava para ela, recebi um presente. Aproveitando que seu marido estava trabalhando e as crianças dormindo, Maria Salete foi até meu quarto e tivemos uma deliciosa e inesquecível noite de amor. Senti coisas que nunca imaginei sentir! Foi bárbaro... Muito melhor do que eu imaginava que pudesse ser! (desculpe-me, mas optei em não dividir contigo este meu momento íntimo. Quero guardá-lo somente em minhas lembranças, em respeito à memória de minha eterna patroa. Só Deus sabe o que eu senti naquela noite) Amanhecendo... Antes de sair do meu quarto, disse-me:
- Fátima... Muito obrigada por estes anos de convivência comigo e família. Nós te amamos! De hoje a três dias, eu e Cláudio iremos fazer uma viagem. Iremos até Americana para visitar minha titia que está muito velhinha e doente. Meus filhos ficarão, pois terão aulas normalmente durante a semana. Cuide deles. Dinheiro não há de faltar! Cuide-se, menina! Se precisar, chame Judite. Ela saberá o que fazer. Fique com Deus... Muito obrigada!
Eu fiquei sem entender, mas desejei-lhes boa viagem. Beijamo-nos ardentemente e nos abraçamos calorosamente. Maria Salete saiu do quarto e continuei a dormir, pois era madrugada de domingo.
Na quarta feira, pela manhã, Maria Salete e doutor Cláudio seguiram para Americana. Passaram dois dias por lá. Na sexta feira, à noite, pegaram o caminho de volta. Não chegaram. Não sei bem ao certo (e nem quis saber), mas chovia muito e eles erraram o caminho. Precisaram pegar uma estrada perigosa e de mão dupla. Num determinado momento, uma caminhonete que vinha em sentido contrário, saiu para realizar uma ultrapassagem. O motorista corria muito e estava bêbado. Não viu o carro conduzido pelo meu patrão.
- Está bem... Obrigada! (meu coração batia forte)
Os gemidos voltaram a acontecer durante o banho delas.
Maria Salete era casada com Cláudio, vinte anos mais velho do que ela. Ele era médico cardiologista e muito conhecido na cidade pela sua vida boêmia. No dia seguinte, após ele sair para trabalhar e levar as crianças para a escola (em período integral), eu e Maria Salete conversamos. Durante o café da manhã, explicou-me que ela tem um romance, de longa data, com a amiga Judite. Confidenciou-me ser lésbica e que seu marido sabe de tudo. Casaram-se para ter um lar e filhos. São amigos e confidentes. Com relação ao que eu havia presenciado na tarde anterior, confessou-me que elas amam serem desejadas enquanto fazem amor. (exibicionistas) Pediu-me, encarecidamente, que não deixasse de trabalhar para ela, pois seus filhos e todos me adoravam muito. Disse-me, ainda, que outras meninas desistiram de trabalhar assim que a viram com sua amiga na cama.
Eu expliquei que precisava de um tempo para pensar. Estava impressionada com o que tinha visto. Deixei claro que precisava do emprego e que continuaria trabalhando normalmente enquanto analisava a situação.
Meu nome é Fátima, pele branca, 25 anos, 1,60m, 63,0Kg, olhos e cabelos castanhos claros, lisos e abaixo dos ombros. Seios médios, quadril largo e pernas grossas. Nesta época, em 2007, eu estava morando na casa de Maria Salete, região de Ribeirão Preto, oeste do estado de São Paulo.
Durante a semana seguinte, fiz exame de consciência. Estava mais calma e analisava melhor as coisas. Eu não podia negar que havia sentido prazer em tê-las visto juntas. Sensações diferentes tomaram conta de mim. Fiquei excitada! Ao mesmo tempo, questionei minha sexualidade. Conflitos! Nunca tinha me imaginado com mulheres.
Eu ganhava bem trabalhando, há um ano, como doméstica para Maria Salete. Não tinha gastos. Adorava seus filhos e família. Não quis desistir do emprego. Uma semana depois, dei minha resposta. Eu disse sim!
Judite é casada e tem duas filhas. Visitava minha patroa toda semana. Arrumada, cheirosa, sorridente, simpática e feminina! Cabelos loiros e compridos. Unhas curtas, bem feitas e em cores vibrantes. Minha patroa não ficava atrás. Elegantíssima! Cheirosa, carinhosa, simpática e feminina. Cabelos loiros, lisos e abaixo dos ombros. Pele macia e rostinho angelical. (elas flertavam comigo) Eu ficava fascinada pela sensualidade delas. Não era apenas sexo... Era nítida a sintonia entre elas!
Nos dias quentes, Judite chegava pela manhã e ficava até o final da tarde. Se não houvesse ninguém na casa além de nós, elas ficavam de calcinha e blusinha. (sem sutiã) Lembro-me dos banhos de mangueira na beira da piscina que elas tomavam juntas. Até eu entrava na farra! (risos) Os inúmeros bolos e doces que elas faziam e se lambuzam inteira. A cozinha parecia passar por uma revolução! Arrancavam minha roupa se eu reclamasse da bagunça! (risos) Passavam as mãos em mim e me deixavam molhadinha. Momentos íntimos e felizes que jamais o tempo irá apagar de nossas lembranças... Parecíamos três crianças peraltas! Saudades de ti, Maria Salete!
Por dois anos eu saboreei este lado ?devasso? de minha eterna patroa. (risos) Sentada numa poltrona, em seu quarto, eu tinha uma visão privilegiada! Cama Box enorme, cabeceira, colchão de molas, lençóis macios, colcha de renda e travesseiros de plumas de ganso. Decoração em branco e rosa claro. Cheiroso... Parecia um quarto de bonecas!
Na primeira vez que tomei coragem e as assisti, fiquei muito tensa. Eu tremia e não conseguia me relaxar. Sentia vergonha! (só temos vergonha do que temos vontade - risos) Eu virava meu rosto para o lado ou para a TV quando uma delas me olhava. Ao longo do tempo, fui me soltando e curtindo cada vez mais. Na quarta ou quinta vez, eu já me masturbava sobre a roupa. Gemia entrando na energia delas! Vinte dias depois, eu não resisti. Abaixei minha bermuda e tirei minha blusa. Puxei minha calcinha para o lado e toquei-me. Tornou-se comum eu adentrar ao quarto, apenas de calcinha, e me masturbar sentada na poltrona. Elas excitavam-se, ainda mais, ao me verem!
Elas se beijavam na boca. Lambiam-se o pescoço, orelhas, costas, seios, pernas, bumbum e vagina. Esfregavam-se o tempo todo! Sorriam e demonstravam sensualidade. Movimentos carinhosos de uma na outra. Apalpavam os belos seios enquanto suas línguas se encontravam.
Maria Salete tinha 34 e Judite 32 anos. Cresceram juntas. Sempre foram apaixonadas! Minha patroa tinha 1,66m, 61,0Kg, seios e bumbum grandes. Belas coxas! Judite tem 1,61m, 63,0Kg, seios pequenos, bumbum grande e coxas grossas. Graciosa... Uma delícia de menina!
Eu ficava doida quando Maria Salete abocanhava os seios de Judite. (olhavam para mim enquanto trocavam carícias) Ela sugava os bicos como um bebê faminto. Descia pelo corpo de sua amiga e aconchegava-se entre as pernas. Abria, carinhosamente, a vagina de Judite e afundava seus lábios macios da boca. Judite gemia... Tentando fechar as pernas! Maria Salete não deixava. (fazia questão de me deixar olhar tudo!) Sua língua entrava e saía da vagina. Balançava o clitóris até sua amada vibrar gozando. (minha patroa nua, com os seios balançando e o bumbum empinado na minha frente) Eu esfregava meu clitóris e me enfiava o dedo médio. Com a boca toda lambuzada, Maria Salete subia lambendo o corpo de Judite. Beijava-a ardentemente. Amassavam-se! Rolavam na cama. (eu estava cada vez mais excitada e com uma das pernas apoiada sobre o braço da poltrona) Eu me masturbava.
Judite esfregava sua vagina nas coxas de minha patroa, lambuzando-as! Passava suas unhas sobre a pele dela. Chupava os seios... A pele macia e arrepiada! (marcas de batons e rastros de salivas eram vistos no corpo delas) Encaixava sua boca na vagina de Maria Salete. Apertava a pele que recobre o clitóris com seus belos e pontiagudos dedos indicadores. Sugava-lhe o grelo! (minha patroa via estrelas, pois gemia como uma cadela) Os dedos de sua amiga e o lençol da cama ficavam molhados. Judite arreganhava suas pernas enquanto lambia a amiga. (eu via lábios grandes da vagina pendurados no meio de suas pernas) Os bicos dos seios. Eu gozava olhando-as e me imaginando entre elas. Eram deliciosos momentos!
Elas faziam meia-nove. Revezavam-se. Ora eu via o bumbum empinado de minha patroa... Ora o traseiro avantajado de sua amiga! Maravilhosas na arte de seduzir! Conseguia ver o ânus das duas sendo acarinhado e penetrado por dedos e pênis de silicone. Eram vários brinquedinhos sobre a cama. Diferentes modelos, cores e tamanhos. Lubrificante sempre presente. Acho que elas leram meus pensamentos... Um dia, após retirar um brinquedinho da vagina de Judite, minha patroa olhou para mim e ofereceu-me aquele negócio lambuzado. Eu fiquei sem jeito, mas aceitei. Brinquedinho na cor azul celeste, sem formato de pênis e ondulações ao longo do comprimento. (senti o cheiro e o sabor da vagina de Judite impresso naquele negócio) Sabor picante e salgadinho! Gozei. Percebendo meus gemidos e taras, elas passaram a me oferecer brinquedinhos assim que saíssem dos fornos... Lambia-os ainda quentinhos! (risos) Depois, enfiava-os na minha boceta até me desmanchar.
Quando elas vestiam a cinta com pênis para penetrar a outra, eu ficava ainda mais excitada. Ora Maria Salete ficava de quatro e Judite por trás estocando-a e ora era a vez de minha patroa a estocar. Eu ficava até sem jeito pela maneira como elas gemiam e seus seios balançavam. Olhares de desejos. Eu correspondia-as!
Eles faziam xana com xana maravilhosamente. Ficavam lindas abraçadas e se esfregando. Belos cabelos loiros. Rostos colados e línguas se roçando. Lábios macios e carnudos se enfrentando. Seios se amassando sem parar. Mamilos excitados! Mãos que acarinhavam a face e enxugavam o suor alheio, em meio a juras de amor eterno. Gozavam na boceta da outra! (muitas contrações dentro de suas entranhas, pois os quadris não paravam de tremer) Fantásticas! Eu gozava sentindo cheiro de vagina invadir-me as narinas. Elas se deitavam saciadas. Suspiravam! Olhavam-me. Beijavam-se. Descansavam abraçadas. Um silêncio tomava conta do ambiente... Apenas o som da TV. Instantes depois, se levantavam. Suadas e descabeladas. Bumbuns deliciosos rebolando na minha frente... Indo em direção ao banho. Loucura!
Antes de sair do quarto, eu aproveitava e me deitava na cama. (estava quentinha) Cheirava o lençol úmido e amassado. Os travesseiros! Esfregava meu rosto... Era delicioso! (eu continuava excitada!) Cabelos caídos por toda parte. Ficava curtindo aquele ninho de amor enquanto escutava-as no banho. Saciada, eu ia para o meu quarto.
O tempo foi passando. Eu quase sempre estava presente nos momentos íntimos de minha patroa. (tinham dias que eu não estava afim) Maria Salete deixava-me livre para querer ou não observá-las. No dia a dia, minha patroa me tratava com educação e respeito. Eu não estava namorando. Não sentia vontade de estar com alguém além delas. As masturbações saciavam-me. Por muitas vezes, eu me via apaixonada pela minha patroa. Ás vezes, pela sua amiga. Sei lá!
Em setembro de 2009, quando fez três anos que eu trabalhava para ela, recebi um presente. Aproveitando que seu marido estava trabalhando e as crianças dormindo, Maria Salete foi até meu quarto e tivemos uma deliciosa e inesquecível noite de amor. Senti coisas que nunca imaginei sentir! Foi bárbaro... Muito melhor do que eu imaginava que pudesse ser! (desculpe-me, mas optei em não dividir contigo este meu momento íntimo. Quero guardá-lo somente em minhas lembranças, em respeito à memória de minha eterna patroa. Só Deus sabe o que eu senti naquela noite) Amanhecendo... Antes de sair do meu quarto, disse-me:
- Fátima... Muito obrigada por estes anos de convivência comigo e família. Nós te amamos! De hoje a três dias, eu e Cláudio iremos fazer uma viagem. Iremos até Americana para visitar minha titia que está muito velhinha e doente. Meus filhos ficarão, pois terão aulas normalmente durante a semana. Cuide deles. Dinheiro não há de faltar! Cuide-se, menina! Se precisar, chame Judite. Ela saberá o que fazer. Fique com Deus... Muito obrigada!
Eu fiquei sem entender, mas desejei-lhes boa viagem. Beijamo-nos ardentemente e nos abraçamos calorosamente. Maria Salete saiu do quarto e continuei a dormir, pois era madrugada de domingo.
Na quarta feira, pela manhã, Maria Salete e doutor Cláudio seguiram para Americana. Passaram dois dias por lá. Na sexta feira, à noite, pegaram o caminho de volta. Não chegaram. Não sei bem ao certo (e nem quis saber), mas chovia muito e eles erraram o caminho. Precisaram pegar uma estrada perigosa e de mão dupla. Num determinado momento, uma caminhonete que vinha em sentido contrário, saiu para realizar uma ultrapassagem. O motorista corria muito e estava bêbado. Não viu o carro conduzido pelo meu patrão.
(acredito que o momento da batida foi quando eu senti um forte arrepio pelo corpo, na cozinha da casa de Maria Salete. O copo escorregou de minhas mãos e despedaçou-se no chão)
Por volta das 23h, toca a campainha. Era a irmã de Maria Salete, aos prantos.
Por volta das 23h, toca a campainha. Era a irmã de Maria Salete, aos prantos.
(seu marido estava junto) Perguntou-me pelas crianças. Eu respondi que dormiam. Fiquei assustada! Em seguida ela me pediu calma e que me sentasse no sofá. Olhou-me
(lágrimas escorriam) e disse com voz trêmula:
- Fátima... Minha irmã e meu cunhado estavam voltando de Americana e o carro deles chocou-se com outro veículo. (eu entrei em pânico!) Minha irmã quebrou muitos ossos... E não resistiu! (choro)
Eu não me lembro de mais nada... Desmaiei.
Quando acordei, estava uma gritaria na casa. Não parava de chegar gente. Amigos, familiares. Eu tomava consciência, pouco a pouco, que a minha patroa, a mulher de minha vida, estava morta! Eu não acreditava. Imediatamente quis saber dos seus filhos, mas já estavam sendo cuidados pela avó materna. (tadinha) Dona Cassiana estava passada. Todos! O velório foi muito triste. Sempre levo flores no túmulo deles!
Eu estava prevista no testamento de doutor Cláudio. (tenho um bom pé de meia, mas nada paga a ausência de minha amada) Judite e eu ficamos arrasadas por meses. Estamos nos recuperando, juntas. Ela convidou-me para morar com ela e o marido. Aceitei. A casa de minha patroa foi vendida. Os filhos, Claudinho, Paula e Adriana, respectivamente com 10, 8 e 6 anos de idade foram morar com os avós maternos.
- Fátima... Minha irmã e meu cunhado estavam voltando de Americana e o carro deles chocou-se com outro veículo. (eu entrei em pânico!) Minha irmã quebrou muitos ossos... E não resistiu! (choro)
Eu não me lembro de mais nada... Desmaiei.
Quando acordei, estava uma gritaria na casa. Não parava de chegar gente. Amigos, familiares. Eu tomava consciência, pouco a pouco, que a minha patroa, a mulher de minha vida, estava morta! Eu não acreditava. Imediatamente quis saber dos seus filhos, mas já estavam sendo cuidados pela avó materna. (tadinha) Dona Cassiana estava passada. Todos! O velório foi muito triste. Sempre levo flores no túmulo deles!
Eu estava prevista no testamento de doutor Cláudio. (tenho um bom pé de meia, mas nada paga a ausência de minha amada) Judite e eu ficamos arrasadas por meses. Estamos nos recuperando, juntas. Ela convidou-me para morar com ela e o marido. Aceitei. A casa de minha patroa foi vendida. Os filhos, Claudinho, Paula e Adriana, respectivamente com 10, 8 e 6 anos de idade foram morar com os avós maternos.
Comendo minha Cunhada e minha Namorada
Abraçado com minha
namorada, outro dia, durante o café da manhã, agente conversando e do nada sem mais nem menos ela olha para mim e diz: sabe, eu acho que eu queria ver você comenda a minha irmã… Mas uma
vez fiquei pasmo, pensei, aonde isso vai parar. Eu respondi, como
assim??? E ela, sei lá, me excita a idéia de ver você comendo ela, ainda
mais da forma que você relatou, tratando ela como uma cadela…e deu uma
risadinha maliciosa, eu senti o clima esquentando, me aproximei dela que
estava de roupão, apertei os seis e disse, você tem certeza, ela disse
que sim, e fizemos amor na cozinha – como o foco não é a minha relação
com minha namorada, e sim com minha cunhada, não vou descrever aqui o
que houve… –
bom, tomamos banho, e saímos, e eu combinei de ver o que conseguia
fazer. Liguei para minha cunhada, e perguntei se ela precisaria de mim
hoje, ela deu uma risadinha, e disse que podia ser, marcamos às 16
horas, quando não tinha ninguém na casa dela. Não expliquei nada quanto
ao fato da minha namorada ir junto.
Peguei minha namorada no serviço e fui para a casa da minha cunhada,
quando começamos a subir no elevador, minha namorada me confidenciou que
estava com um gelinho na barriga, mas já estava molhada de tesão. Bate
na porta, minha cunhada abriu de roupão, e arregalou os olhos assustada
quando viu a sua irmã junto comigo, meio sem saber o que fazer,
entramos, minha cunhada afônica, minha namorada trancou a porta, eu
segurei minha cunhada por trás e disse, então cadela, sua irmã quer ver
eu fudendo você. A impressão que eu tive foi que, assim que eu disse
isso, ela olhou para sua irmã maliciosamente, e começou a curtir a
idéia. Ali na sala mesmo, eu levantei o roupão e vi que ela estava sem
calcinha, com o cabelo ainda molhado do banho que havia terminado de
tomar para me esperar. Meti a mão no rabo dela, e percebi que já estava
molhada – safada – a coloquei de quatro no sofá, ela forçou para ficar
meio de lado, para olhar para a irmã, que estava na porta do quarto
olhando a cena. Percebi que minha namorada estava com a mão dentro da
calça, curtindo o que via. Sem cerimônia, tirei o pinto para fora, e
enfiei de uma vez na minha cunhada, ela gemeu gostoso. A cada estocada,
ela gemia encarando a irmã, e eu continuei, fudendo ela como uma cadela.
Como eu tinha gozado de manhã, eu senti que ia demorar para gozar, e
logo pensei, isso aqui vai longe. Aumentei o ritmo, e minha cunhada
começou a falar com minha namorada, coisas do tipo: tá vendo a cadela
que eu sou, seu macho é mto bom, adoro o pinto dele, e etc… Nisso minha
namorada já tinha tirado a calça e tava sentada no chão se masturbando
como nunca. Aproveitei a empolgação do momento, chamei ela para mais
perto, e pedi para sentar no outro sofá, que fica em L com o que eu
estava com minha cunhada, ela fez prontamente, olhando com cara de
safada enquanto eu comia sua irmã. Foi aí que dei a deixa, todo homem
tem sonho de comer duas mulheres ao mesmo tempo, é um fetiche, que quem
já teve a experiência como eu sabe como é bom!!! Peguei minha cunhada
pelo cabelo e falei no ouvido dela, vai lá chupar tua irmã, puta, o
incrível foi que, não houve sequer um segundo de dúvida, quem assustou
foi minha namorada, pois minha cunhada, se afastou de mim e
imediatamente já foi engatinhando e meteu a boca na buceta de sua irmã.
Deu umas duas lambidas boas e olhou para mim com aquele rabo arrebitado e
arreganhado. Cheguei perto para continuar a fuder ela,quando, minha
surpresa, minha namorada pega o meu pinto com a mão e me conduz até a
sua boca. Tive a impressão de que ambas começaram a competir entre si,
pois minha cunhada parou de chupá-la e começou a disputar meu pinto com a
boca… Como eu tive tesão nesse momento…
Me livrei da boca das duas, arranquei o sutiã da minha namorada, e
comecei a comer ela ali também, por cima do sofá, enquanto minha cunhada
ficou bolinando o peito dela e se masturbando ao mesmo tempo…Minha
namorada tem os chamados micro-orgasmos, que vão aumentando conforme o
tempo de transa, ou seja, ela gozou muito rápido, então eu peguei minha
cunhada, coloquei no chão e a comi na posição frango assado. Enquanto eu
metia nela, minha namorada meio que sentou, bem arrebitada em cima da
cara da minha cunhada, que começou a lamber ela com vontade, foi a cena
mais excitante que já tinha visto até então!!!e Foi a ali que os três
passaram a gemer cada vez mais, e mais, eu segurando nos peitos d aminha
namorada, fudendo a minha cunhada que lambia a própria irmã!!! As duas
gozaram, então sabe aquela cena de filme pornô, eu comecei a masturbar
perto do rosto da minha cunhada, que já estava de joelho, e para minha
surpresa, minha namorada veio e colocou a língua de fora para receber
minha porra Tb!!! Fiquei surpreso, ela nunca fez isso!!! Ambas esperando
o jato que veio em grande quantidade, quase tive um treco de tanto que
gozei!!!
Ficamos um pouco os três largados, e tomamos banho separados, e fomos
tomar café da tarde, conversando como se nada tivesse acontecido!!!
Quando fomos embora, as duas trocam a seguinte conversa: Foi bom né, a
gente precisa repetir!!!
Calcinha de Algodão
Eu,
Ana Cláudia, 38 anos, casada, 1,65m, 69Kg, pele branca, macia, olhos
castanhos escuros, cabelos loiros, lisos (escorridos) e compridos. Tenho
quadril largo, seios médios, boca carnudinha e coxas bem feitas. Sempre
fui, desde a infância, muito ligada ao amor e sexo. Lembro-me que
quando tinha mais ou menos seis anos de idade eu escutava papai e mamãe
fazendo amor no quarto deles. Eram muitos os gemidos e sussurros! Eu
ficava um tanto tensa com aquela situação sem saber ao certo o que
realmente acontecia. Por muitas vezes achava que mamãe (Luíza) estava
sofrendo, pois eram muitos gemidos! Não tinha como não escutar, meu
quarto ficava bem ao lado do deles. Mamãe era escandalosa! Hoje sei que
ela devia gozar bem gostoso na vara de meu papai (Pedro)! (risos) Que
Deus o tenha!
A
primeira revista erótica eu vi aos nove anos de idade, na casa de minha
titia (Clarice, irmã de mamãe). Era uma revista de bolso que trazia
mulheres sem roupa. Estava eu reinando em sua bela casinha quando me
deparo com alguns exemplares da revista “Private” (nudez feminina)
misturados aos livros das séries “Sabrina”, “Bianca” e “Júlia”
(histórias românticas bem gostosas de serem lidas). Este material estava
escondido no meio de jornais velhos que minha titia guardava em sua
lavanderia. A capa de uma das revistas Private trazia uma mulher linda.
Ela era branca, olhos castanhos escuros, cabelos loiros, lisos,
compridos, sentada num sofá de quarto, de pernas cruzadas, com uma das
mãos sob o queixo e apoiada na sua perna direita. Tinha um olhar
sensual, estava maquiada, vestia meias-calças pretas, sete oitavos, com
as cintas ligas aparecendo sob um vestido preto e curto. Nunca me
esqueço! Aproveitei que mamãe conversava com titia na cozinha e fiquei
folheando-a, silenciosamente. Amei ver aquelas lindas mulheres em poses
sensuais. Sempre fui muito curiosa! (risos) Também foi neste momento que
fiquei encantada pelos livros de contos eróticos das séries Sabrina,
Bianca e Júlia. Vocês já tiveram o prazer de ler estas séries? Leiam.
Algumas amigas sabem que gosto de lê-las e sempre trazem exemplares para
nós trocarmos.
Mamãe sempre recomendava para eu e minha irmã (Patrícia, cinco anos mais nova), nunca deixarmos alguém nos tocar nas partes íntimas e, se caso isso acontecesse, que a contássemos imediatamente. O tema sexo era tratado de uma forma natural pelos meus pais. As temáticas dos assuntos eram de acordo com a idade em que eu e minha irmã estávamos. Acredito que eles tinham esta postura conosco pela experiência de vida deles.
Mamãe sempre recomendava para eu e minha irmã (Patrícia, cinco anos mais nova), nunca deixarmos alguém nos tocar nas partes íntimas e, se caso isso acontecesse, que a contássemos imediatamente. O tema sexo era tratado de uma forma natural pelos meus pais. As temáticas dos assuntos eram de acordo com a idade em que eu e minha irmã estávamos. Acredito que eles tinham esta postura conosco pela experiência de vida deles.
Na
escola, entre as amigas, sempre surgiam assuntos relacionados a sexo.
Trocávamos curiosidades sobre o que achávamos do mundo dos adultos.
Estávamos descobrindo a nossa sexualidade. Aos onze anos de idade,
quinta série, eu tive a primeira aula sobre sexo. Foram realizadas
palestras em que professoras, das matérias de Ciências e Biologia,
explicavam sobre as doenças venéreas e reprodução humana. Ensinamentos
interessantíssimos para a nossa formação. Não havia a internet e este
era um dos únicos meios de saber mais sobre sexo. Eu e minhas amigas
ficávamos ansiosas nas palestras! Sentíamos um misto de vergonha e
empolgação durante as explicações. Isso aguçava ainda mais a minha
curiosidade!
Também
com esta idade, vi pela primeira vez a nudez na televisão. No carnaval
do ano de 1986, uma emissora de TV transmitia bailes (de carnaval)
depois da meia noite e meia, ao vivo. Este tipo de programação era comum
naquele tempo. Num dos dias de folia, assim que mamãe e papai foram
dormir, estava eu no quarto com minha irmã cinco anos mais nova. Ela
dormia. Eu estava sem sono. O quarto à meia luz. Cuidadosamente,
levantei-me e liguei a nossa televisão preta e branca, deixando-a em
volume baixo. Procurava algo
para assistir escondidinha. (risos) Passavam das 0h47m quando me deparo,
mudando de canal (não tinha controle remoto), com mulheres de lingeries
dançando e rebolando ao som de marchinhas de carnaval. Um monte de
seios de fora e bumbuns suculentos na tela! Algumas mulheres estavam
nuas no salão. Uma sensação de liberdade e encantamento! Foi isso que
senti. Um impacto dentro de mim. Fiquei molhada! Meu coração disparou.
Não conseguia deixar de olhar! Olhava para minha irmã (que estava
dormindo), para a porta do quarto (com medo de alguém abri-la) e para a
televisão. Não conseguia pensar! Apenas sentia meu corpo diferente,
ansioso, tenso, quente e percebi que estava ficando cada vez mais úmida,
sem saber o que era aquilo. Tive vontade de sair correndo! (risos)
Estava hipnotizada pelas imagens! As mulheres eram lindas! Confesso que,
instintivamente, toquei-me olhando-as! Queria ser como aquelas
mulheres! Estar naquele baile, naquele salão! (delícia - risos) A
sensação que eu tive era de que algo deslizava dentro de minha vagina,
fazia-me repuxar o quadril e contrair meu corpo. Sentia um frio na
barriga e um calor que ia dos pés à cabeça, amolecendo-me sobre a cama.
Um líquido viscoso escorria pela minha vagina e molhava-me a calcinha de
algodão. Aconteceu isso várias vezes ao longo do tempo que fiquei
assistindo o baile de carnaval. Tive medo, muito medo! Mas não queria
deixar de ver. Coloquei as mãos sobre minha vagina no ímpeto de tentar
segurar o que acontecia descontroladamente em meu corpo vendo aquelas
imagens! Tudo em vão! Estava nas nuvens e uma satisfação prazerosa
tomou-me o corpo por diversas vezes! Eram meus primeiros orgasmos!
Maravilhosos! Momentos únicos. Exausta e com medo de ser vista,
desliguei a TV e deitei-me para nanar. Minha calcinha branca de algodão
parecia um lenço umedecido! (risos) Nos outros dias de carnaval também
vi os bailes. (risos) Sentia vergonha de me abrir com mamãe. Fui
aprendendo, com as amigas e com a vida, o que eu sentia dentro de mim
quando me tocava. Era uma sensação tão íntima e prazerosa que eu comecei
a me masturbar cada vez mais! Adorava-me sentir relaxada depois dos
toques sobre meu clitóris. (risos)
Aos
doze anos, tive a primeira menstruação. O sangue escorreu pela vagina,
marcou minha calcinha e pijama de algodão sobre a cama, enquanto dormia.
Não senti cólicas. (bom seria se todas as menstruações fossem assim)
Quando levantei da cama, logo percebi que estava ensanguentada! Fiquei
assustada, sentei-me na cama e comecei a chorar. Minha irmã viu minha
reação e chamou mamãe. Achei que tinha me machucado enquanto me tocava
antes de dormir. Assim que mamãe entrou no quarto e olhou-me, abriu um
belo sorriso que me confortou! Chamou minha irmã Patrícia (com sete anos
na época) e elas sentaram-se a meu lado. Mamãe explicou o que estava
acontecendo e o que, nós mulheres, deveríamos fazer quando sangrássemos
uma vez por mês. O absorvente passaria a ser tão íntimo quanto meus
pensamentos! Na semana seguinte, ela me levou ao ginecologista e fiz
alguns exames. Graças a Deus estava tudo bem comigo. (uma vez por ano
vou ao ginecologista). Estava me tornando mocinha! Um ano depois, já
estava usando sutiã e me sentindo mulher. Era o máximo poder usar sutiã!
Meus seios cresciam. A minha voz mudava! Minha cintura afinava. Os
pêlos pubianos faziam um volume gostoso na minha calcinha de algodão.
Sentia meu quadril crescer e meu corpo em constantes transformações.
Aos
treze anos, comecei a observar conflitos sexuais dentro de mim.
Enquanto minhas amigas estavam se interessando pelos meninos, sem elas
saberem, eu estava me interessando por elas!
Um
dia, estudando na casa de uma amiga, Maria Eduarda, agarrei-a e tentei
beijá-la. Ela não resistiu e se deixou levar pela situação! Beijamo-nos!
Foi meu primeiro beijo! O dela também! Estávamos sozinhas em seu quarto
e já não aguentava mais apenas olhar seus lindos cabelos e sentir o
cheiro de seu corpo perto do meu. Ela tinha uma boca tão macia que me
perdi em seus braços. Lembro que fui para casa feliz da vida por ter
beijado pela primeira vez e sentido os encantos de minha amiga
predileta. O cheiro dela ficou em mim! No dia seguinte, na escola, nem
tocamos no assunto. Aposto que ela também não parava de pensar no beijo
que trocamos! Eu via isso nos olhos dela!
Passados
uns dez dias, fui estudar na casa dela novamente. Na hora de ir embora,
beijamo-nos em seu quarto. Passei minhas mãos nela e lambi seu pescoço.
Ela correspondeu. Ficamos molhadas! Identificamo-nos. Ela parecia
sentir as mesmas coisas que eu! Fizemos amor! Beijos, passadas de mãos e
lambidinhas pelo corpo da outra. Não houve penetração. Tivemos orgasmo
sim! Começamos a estudar mais vezes juntas. Apenas as duas! (risos)
Quase
um ano depois, no final da oitava série do primeiro grau, fui estudar
em sua casa, como sempre fazia. Sua mamãe (dona Marilena) e seu irmão
mais novo (Paulo) haviam saído. Estávamos sozinhas na casa dela. Após
mais uma tarde de estudos e carícias, ficamos abraçadas e deitadas sobre
sua cama macia, apenas de calcinha de algodão. Estava um dia quente!
Beijava sua boca e sentia a maciez de seus lábios. O calor de sua
respiração sobre mim. Nem percebemos que sua mamãe e seu irmãozinho
retornaram. Estranhando a quietude do ambiente, dona Marilena abriu a
porta do quarto (sem bater) e nos flagrou juntas. A casa caiu! (risos)
Levamos um enorme susto e nos cobrimos com a colcha da cama de Maria
Eduarda. A mamãe dela fez um escândalo! Ordenou que nos vestíssemos. Que
eu pegasse minhas coisas e sumisse da casa dela. Ainda disse que iria
ter uma conversa com minha mamãe. Eu saí de sua casa aos prantos. Maria
Eduarda apanhou e foi proibida de me levar em sua casa. Quando mamãe me
viu, ficou assustada. Perguntou o que tinha acontecido. Expliquei tudo o
que estava havendo entre eu e Maria Eduarda. Ela foi compreensiva, mas
também me deu uma dura. Pediu-me que fosse devagar, pois éramos muito
novas para estarmos agindo assim. Mas não nos condenou! (fiquei super
feliz) No começo da noite, dona Marilena (Maria Eduarda estava junto)
foi até a minha casa para conversar com mamãe. Contou o que tinha
presenciado e pediu providências. Mamãe escutou-a e disse:
- Marilena, deixe-as escolher o que elas querem para a vida delas. Estão apenas desenvolvendo sua sexualidade.
Marilena retrucou e mostrou-se enfurecida:
-
Eu não criei uma filha para ser mundana e nem sapatona. O que meus
vizinhos e família irão pensar? Eu não admito minha filha ser puta! Se
você admite, o problema é seu.
Mamãe espantou-se:
-
Meu Deus, Marilena! Mas o que é isso! Você está fazendo tempestades em
copo d’ água. Em primeiro lugar, não as rotule de termos chulos, tais
como putas e sapatonas. Não me importa o que as pessoas pensam sobre
minha filha. O que realmente importa é o que ela pensa sobre ela mesma.
Gostar de meninas não é ser puta! Homossexualidade é apenas uma variação
no desenvolvimento da sexualidade. Deixe-as decidirem sobre suas vidas.
Marilena ficou ainda mais nervosa:
-
É por pessoas como você que este mundo está perdido mesmo! Você está
incentivando a putaria delas. A maior penitência para uma mãe é ter uma
filha sapatão. Meu Deus, onde foi que eu errei? Porque ela se tornou
sapatão? Eu não admito minha filha gostar de meninas. Ela gosta de homem
e logo se casará para tirar estas idéias do capeta que sua filha anda
botando na cabecinha dela!
Mamãe suspirou e voltou a falar:
-
Marilena, acalme-se! Elas não estão fazendo putarias. Você não errou
quando criou Maria Eduarda. Ela não se tornou lésbica. Ela nasceu assim.
Minha filha nasceu assim. Elas não sentem isso porque optaram ou acham
bonito. Elas sentem atração por meninas. Elas estão descobrindo suas
vontades e seus destinos, sejam juntas ou separadas. Deixe-as livres
para sentirem o que realmente elas querem em suas vidas. Tenha
paciência. Calma! Não é o fim do mundo. Então quer dizer que você
prefere ter uma filha que rouba ou mata do que lésbica?
Marilena olhou para mamãe e respondeu firmemente:
- Sim, eu prefiro!
Marilena,
muito tensa e nervosa, pegou Maria Eduarda e saiu da casa de mamãe.
Maria Eduarda chorava muito (eu também) e, dias depois, contou-me que
havia apanhado de cinta e ficou com as duas pernas roxas pelas agressões
que sua mamãe lhe fizera. Dona Marilena levou-a inúmeras vezes ao
psicólogo. Tudo em vão! Acabou descobrindo que quem precisava de
tratamento era ela mesma! (risos)
Mamãe
e minha irmã são os portos seguros de minha vida. Amo-as por demais!
(beijinhos Luiza e Patrícia) Maria Eduarda começou a se encontrar às
escondidas comigo. Ficamos mais um ano juntas e depois seguimos caminhos
diferentes. Ela sempre morará em meu coração. Perdemos a virgindade
juntas, no mesmo dia, no apartamento de uma amiga que havia viajado.
(risos) Aos dezesseis anos, numa tarde de verão, ela me penetrou com um
gostoso pênis de silicone! Eu fiz o mesmo nela! Um beijo, minha eterna
Duda. Hoje ela está casada com um belo homem e tem um caso lésbico com a
babá de sua filhinha mais nova! (risos) Nos falamos sempre!
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